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À MILITÂNCIA DO PSOL

A decisão de adiar a conferência eleitoral do PSOL-Pa, sem indicar uma nova data, é um enorme equívoco. Desarma nosso partido diante dos desafi vco boms que se avizinham. A militância está ansiosa para travar o debate sobre qual será a tática para o próximo período, inclusive a tática eleitoral estadual. Essa deliberação, tomada pela executiva estadual na reunião do dia 24/05, apenas quatro dias antes da data prevista, 28/05, frusta milhares de filiados e atrasa, sem justificativa plausível, toda nossa estratégia.
O PSOL é uma referência política para centenas de milhares de pessoas espalhadas pelo nosso estado. Ao vacilar nas decisões políticas, está colocando em risco todo esse patrimônio conquistado coletivamente. Nas últimas semanas várias companheiras e companheiros estão apresentando seus nomes para as pré-candidaturas a deputada(o) estadual e federal. Louvamos esse esforço, mas infelizmente ainda não temos definição quanto às candidaturas majoritárias (senado e governo).
É indispensável ter um amplo processo de debate no partido para deliberar essas questões. A conferência eleitoral deve ser esse espaço.
Há uma decisão congressual em termos candidatura própria ao governo do Estado, a questão é: a quem serve esse adiamento, sem justificativa real, da conferência eleitoral? Ao nosso partido que não é! Nao podemos mais perder tempo na luta contra Bolsonaro e o bolsonarismo aqui no Pará, mas também contra o governo do MDB, e apresentar um nome forte à essa disputa serve a esse objetivo.

Sem falar que as pré campanhas a estadual e a federal ficam prejudicadas e dificulta a tarefa de vencer a cláusula de barreira. O PSOL não pode, em hipótese alguma, se omitir ou ser coadjuvante nesse processo. Precisamos ter a coragem de debater com nossas (os) filiadas (os). Um debate franco e sincero.

Há dois nomes apresentados como pré-candidatos ao governo. O do companheiro e vereador Fernando Carneiro e da companheira Sílvia Letícia. A militância do partido tem direito a ser ouvida.
Nós, que defendemos a candidatura de Fernando Carneiro, reiteramos que o PSOL tem que se apresentar de cara própria, com um programa que represente os verdadeiros interesses do povo e da classe trabalhadora de nosso estado. Um programa que inverta a lógica capitalista atual que prioriza a destruição socioambiental e massacra povos indígenas, ribeirinhos e quilombolas. Um programa popular, que represente a luta da juventude, de LGBTQIA+, de negros e negras e da luta feminista contra o machismo. Fernando já desempenhou esse papel antes e se coloca à disposição para, de novo, mostrar a cara do PSOL e enfrentar as elites políticas paraenses.
Se esconder da realidade não ajuda em nada e só leva o partido rumo ao isolamento político.

O PSOL não nasceu para ter medo!
Assinam:
Ação Popular Socialista (APS)
Movimento Esquerda Socialista ( MES)
Resistência
Corrente Socialista de Trabalhadoras e Trabalhadores ( CST)

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