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TODAS AS MANHÃS, TODOS OS SONHOS: Tese ao Encontro de Mulheres PSOL

Se aproxima um importante momento para construção de um PSOL Feminista! Nós, mulheres da APS e companheiras independentes socializamos abaixo nossa Tese como contribuição ao debate das mulheres do PSOL

TODAS AS MANHÃS, TODOS OS SONHOS: MULHERES, RESISTÊNCIA E LUTA!

TESE DAS MULHERES DA AÇÃO POPULAR SOCIALISTA – APS/PSOL E INDEPENDENTES

AO ENCONTRO NACIONAL DE MULHERES DO PSOL 2019

 

Companheira:

Se aproxima um importante momento para construção do PSOL, de nosso feminismo, de um PSOL Feminista!

O Encontro Nacional de Mulheres do PSOL ocorrerá entre 20 e 22 de setembro de 2019, em São Paulo e será precedido de Plenárias Estaduais.

A participação de cada filiada é fundamental!

Nós, mulheres da APS, juntamente com companheiras independentes de todo o país, produzimos uma contribuição que socializamos abaixo.

Procure saber quando será a Plenária do teu estado, traz tua melhor energia para este processo, convida as companheiras, lê nossa tese, prepara tua intervenção, te articula e monta chapa de delegação!

Vamos juntas realizar um grande ENMPSOL!

 

TODAS AS MANHÃS, TODOS OS SONHOS: MULHERES, RESISTÊNCIA E LUTA! 

TESE DAS MULHERES DA AÇÃO POPULAR SOCIALISTA – APS E INDEPENDENTES AO ENCONTRO NACIONAL DE MULHERES DO PSOL 2019

 

Todas as manhãs acoito sonhos

 e acalento entre a unha e a carne

 uma agudíssima dor.

Todas as manhãs tenho os punhos

sangrando e dormentes tal é a minha lida

 cavando, cavando torrões de terra,

 até lá, onde os homens enterram

 a esperança roubada de outros homens.

 Todas as manhãs junto ao nascente dia

 ouço a minha voz-banzo,

 âncora dos navios de nossa memória.

 E acredito, acredito sim

 que os nossos sonhos protegidos

 pelos lençóis da noite

 ao se abrirem um a um

 no varal de um novo tempo

 escorrem as nossas lágrimas

 fertilizando toda a terra

 onde negras sementes resistem

 reamanhecendo esperanças em nós.

Conceição Evaristo

Somos mulheres diversas, mas não estamos dispersas – como dizia Marielle Franco. Somos descendentes dos povos indígenas e africanos. Somos feministas socialistas. Em meio a esta diversidade, o que nos unifica é a luta por uma sociedade na qual não haja divisão de classes sociais, divisão sexual do trabalho, nem estruturas de coerção política, tampouco hierarquia e distinção entre quem dirige e quem faz.

Nós reivindicamos o feminismo interseccional enquanto teoria e prática política. Nosso feminismo não abre mão da categoria trabalho na análise da exploração capitalista sobre os que vivem do trabalho. É importante considerar nas nossas leituras da realidade e definições táticas e estratégicas, as intersecções entre raça, classe, gênero e sexualidade como elementos que estruturam as opressões e aprofundam a exploração, assim como a percepção das relações mútuas e cruzadas que resultam desta intersecção.

Isso significa que, assim como Ângela Davis, concebemos que a classe social informa a raça. E a raça informa a classe. E gênero informa a classe. Assim, na nossa sociedade capitalista fundada nas classes sociais, no patriarcado, no racismo, na heteronormatividade e na lesbofobia e transfobia não nos interessa enquanto feministas interseccionais, nem a hierarquização das categorias de análise nem a hierarquização das lutas políticas. Também não nos interessa uma análise fragmentada da realidade, nem a fragmentação das lutas.

Somos feministas ecossocialistas comprometidas com a luta da classe trabalhadora pela superação do capitalismo, do patriarcado, do racismo, da LGBTfobia e com a construção de um mundo sem exploração e sem opressão, onde prevaleça a superação da relação destrutiva e utilitária do ambiente natural, bem como a defesa do planeta como lar comum da humanidade e demais espécies.

Somos feministas latinas, reivindicamos o legado teórico deixado por grandes pensadoras como Lélia Gonzalez, Beth Lobo e Heleieth Saffioti, entre outras, e seus esforços em fazer uma leitura da realidade brasileira, com lentes próprias, considerando as especificidades do contexto brasileiro.

Nossos passos vêm de longe. Neste sentido nossa luta é continuidade das grandes lutas travadas pelas mulheres na América Latina. Somos descendentes de Felipa de Souza, brasileira, que em 1591 ousou se apropriar do seu corpo e por isso foi torturada e assassinada pela inquisição portuguesa por ter relações sexuais com outra mulher.

Somos herdeiras do legado da luta organizada por Clara Camarão, índia potiguar, que no século XVII combateu as invasões holandesas em Recife. Somos filha de Mamá Tingó, dirigente das Ligas Agrárias Cristãs, assassinada em 1974, na República Dominicana, em luta contra o latifúndio e a concentração de terras ocupadas de forma fraudulenta por fazendeiros, políticos e militares. Também de Aqualtune, princesa da região de barbárie capitalista e ao seu projeto de morte. No contexto latino americano e caribenho, este projeto de morte marca o Mbwila trazida ao Brasil para ser escravizada, manteve sua liderança e foi fundamental para Palmares, referência essencial na luta de nosso povo.

Somos a continuidade da luta das operárias têxteis que, em 1917, décadas antes da consolidação das leis trabalhistas no Brasil, denunciaram o assédio sexual nas fábricas, paralisando suas atividades e dando origem à primeira greve geral que aconteceu no Brasil.

Somos feministas anticapitalistas em luta contra o monopólio, o latifúndio e a concentração de poder. O nosso objetivo é o Socialismo enquanto alternativa a cotidiano do Povo Negro, Indígena, Pobre e Periférico, e se evidencia de muitas maneiras. Assim, nosso feminismo toma como central, combater o extermínio dos jovens negros, o genocídio dos povos indígenas e quilombolas e o feminicídio, bem como lutar em defesa da democracia, do compartilhamento do poder político e do trabalho doméstico e familiar.

Atuamos em muitas frentes. Na luta por moradia e pelo direito à cidade. Como sindicalistas estamos em combate permanente pelo compartilhamento igualitário do poder sindical. Estamos enraizadas na luta em defesa do Xingu, das florestas e da sua biodiversidade e dos quilombos. Estamos nas escolas em todos os níveis, como professoras, psicólogas, bibliotecárias e atuamos em defesa da educação universal pública, gratuita, de qualidade e laica. Na luta pelo direito ao corpo, somos doulas; e também somos lésbicas e trans, corpos em constante rebelião. Somos jovens negras em luta contra o encarceramento. Somos negras e lutamos pelo empoderamento crespo. Somos periféricas e atuamos, desde nossos territórios, para o fortalecimento de laços comunitários e a construção de outras formas de exercício de poder compartilhado. Na batalha no campo das ideias somos pesquisadoras em combate ao androcentrismo na ciência. Somos parte orgânica e imprescindível na construção partidária, somos MULHERES DO PSOL!

 

                            CONJUNTURA NACIONAL E INTERNACIONAL

A conjuntura que atravessamos se desenrola sob uma longa crise do capitalismo que se estende desde a década de 1970. Desde então, o capital tem buscado se recuperar e retomar o crescimento de longo prazo com recuperação das taxas de lucro. Apesar de implementar iniciativas de fôlego, como globalização da economia com ampliação de mercados, introdução de novas tecnologias, guerras, políticas de ajuste fiscal e, principalmente, a financeirização do conjunto da vida, não obteve sucesso.

As consequências desta crise para com os “oprimidos” têm sido duríssimas, já que todas essas tentativas de recuperação têm sido acompanhadas de retirada de direitos, aprofundamento da exploração, criação de novos mecanismos de dominação e fortes investidas contra territórios e povos tradicionais, com vistas à apropriação de recursos naturais.

Neste momento há retração da economia com a projeção do PIB mundial girando em torno de 3%, sendo que, para o Brasil fala-se de 1,5%. A cada nova tentativa, se cruza no processo de exploração, a divisão internacional e sexual do trabalho. Segundo a ONU, nos países periféricos, trabalhos ligados às tarefas de cuidado, que não são remunerados, podem chegar a 39% do PIB. No Brasil, se os trabalhos de cuidado fossem remunerados com base no salário de uma trabalhadora doméstica, teríamos um incremento de 580 bilhões/ano ao PIB.

Em nosso continente Abya Ayala – na língua do povo Kuna, a mátria grande – essa investida de faz sentir de ponta a ponta. Após quase 2 décadas sob governos de perfil progressista, a política neo-desenvolvimentista implementada por boa parte deles, demonstrou-se incapaz de criar a base para a resistência ao período de disputa intraburguesa que se abre com o conflito de interesses imperialistas entre EUA e China/Rússia, mostrando suas garras em nosso continente. Com a eleição de Bolsonaro, governante latino-americano mais alinhado com a política Trump, o Grupo de Lima criado para tratar da “crise na Venezuela”, passa a ter maior peso na região e contribui para o estrangulamento das condições de vida do povo venezuelano.

Estando sob a vigência da nova ofensiva do capital sobre a vida, o que vemos é um cenário de imposição das tão propaladas políticas de ajuste fiscal que, muito justamente, têm sido batizadas de austericídios, marcadas por nova onda de privatizações com consequências nefastas para a reprodução da vida, precarização das relações de trabalho em escala internacional, concentração de riquezas como nunca antes e sua contraparte de pauperização das populações periféricas, destruição de extensas regiões de florestas e ecossistemas inteiros.

A política extrativista avança na Bolívia. A energia elétrica foi plenamente privatizada na Guatemala. No Chile, a nação Mapuche sofre com a política genocida de Estado em favor de madeireiros, cujo monocultivo já provoca escassez de água em seus territórios ancestrais. As mulheres têm estado na linha de frente e sofrido as consequências. Na Argentina, ocorre avanço sobre os territórios que vivem processos de auto-organização, como a província de Jujuy.

No último ano no Brasil, pelo menos 12 milhões de hectares de florestas primárias foi destruído, o que, em longo prazo, para além da destruição de inúmeras espécies, compromete a vida. Na região da Amazônia, que compreende 9 países, vivem aproximadamente 2,8 milhões de indígenas, de 390 populações distintas. A concentração da terra e a hipervalorização do agronegócio ameaçam as condições de vida dos povos da floresta, ao passo que exporta nossa água para os setores ricos do norte do planeta. A instalação da Usina de Belo Monte construída ao longo do leito do Rio Xingu, causou enormes transtornos para a região, atingindo principalmente a vida das mulheres, e de forma catastrófica a vida de mulheres negras. As consequências desastrosas desse crime socioambiental aparecem no aumento vertiginoso da violência e prostituição, tráfico de drogas, extermínio da juventude (na sua maioria negra) e dos feminicídios.

Além disso, lidamos com esforços para flexibilização da exploração da Amazônia, tendo o presidente Bolsonaro sinalizado parceria com os EUA. Em nossas cidades, sob o impacto da degradação ambiental e da concentração populacional, as camadas mais empobrecidas do povo são empurradas para as áreas mais degradadas e de risco. A mesma faixa da população que recebeu os mais fortes impactos da Reforma Trabalhista de Temer e hoje amarga os efeitos da EC 95 que congelou por 20 anos o investimento nos serviços públicos.

Estes cortes, em nome do “Ajuste Fiscal”, correspondem à política de endividamento dos Estados, com parcelas cada vez maiores dos orçamentos públicos sendo destinados ao pagamento de juros e serviços das dívidas. No Brasil 40,66% do Orçamento Federal Executado em 2018 foi destinado ao pagamento de juros e amortizações da dívida que, juntamente com as invasões aos territórios tradicionais e destruição dos laços comunitários pela política de (in) segurança e guerra ao tráfico, têm sido os que mais fortemente impactam sobre nós, mulheres. Exemplo de ajuste fiscal mais duro do mundo, suas consequências já se fazem sentir com Bolsonaro promovendo um corte de 381 mil Bolsas Famílias em 2019, além do bloqueio de 30 bilhões de reais do orçamento nos principais ministérios, em especial no da educação.

Ao mesmo tempo, nesta fase do neoliberalismo, se espalha pelo mundo uma forte ofensiva conservadora que aponta para um aprofundamento do perfil patriarcal, com crescimento do discurso em torno da nação e, consequente xenofobia, além da emergência de figuras masculinas como “salvadores da pátria”: Trump nos EUA, Dunterte nas Filipinas, Orbán na Hungria, Savini na Itália, Bolsonaro no Brasil.

O Governo Bolsonaro elegeu o Movimento Feminista, Negro e LGBTTI seus inimigos. Ele propõe uma contrarreforma machista, misógina, lgbttfóbica e racista, repudiando todas as políticas de ações afirmativas. Sua narrativa moral e discriminatória está sendo usada para justificar os cortes na educação superior e básica. Um projeto anticiência está em curso como forma de destruir os espaços de diversidade e de construção do pensamento crítico, a exemplo o projeto de escola sem partido.

O obscurantismo representado por este governo se opõe frontalmente ao livre desenvolvimento e ampla disseminação da cultura. Em todo país, a área cultural dá sinais de estagnação e anuncia viver o pior momento do setor desde a redemocratização, com todo o conjunto artístico cultural brasileiro (Cinema, Teatro, Dança, Circo, Artes Plásticas, Museu, Música, Literatura) vivenciando o impulso da destruição.  Os incentivos à cultura são atacados: subcategorização do Ministério da Cultura a uma secretaria especial ligada ao Ministério da Cidadania, ridicularização da Lei Rouanet, extinção de financiamentos artísticos culturais via contrato estatal (cortes de patrocínios da Petrobrás). Ao dizimar os incentivos à cultura, o governo Bolsonaro cerceia a expressão, interditando, sobretudo, a produção independente.

Para a maioria das universidades o corte foi de 30% do orçamento, mas em algumas universidades, IFs e CEFETs o contingenciamento chegou a 45%, impactando principalmente cotistas, cujas vagas são em grande parte ocupadas por mulheres negras e indígenas. Com as áreas das Ciências Humanas na mira, os núcleos voltados para produção de conhecimentos sobre gênero, mulheres, população negra, indígena e LGBTTI correm sérios riscos de descontinuidade. Para a educação básica, o corte foi de 2,4 milhões, tendo 1/3 das crianças de 0 a 3 anos mais pobres do Brasil sem vagas em creches.

A aprovação de uma Reforma Trabalhista nos levou a um índice de desemprego de 12,7%, com apenas 3 a cada 10 brasileiros em idade economicamente ativa, tendo emprego formal. Entre os desempregados, 11,6% são homens e 15,8% são mulheres. Entre nós, as mulheres negras têm vulnerabilidade ao desemprego 50% maior que as brancas.

Vamos lembrar que isto ocorre no momento em que 38,7% dos lares são chefiados por mulheres – 41% negras e 39% brancas. As chefas de família se encontram distribuídas em várias faixas de renda, porém apresentam a menor concentração desta e são as mesmas mulheres que dedicam até 18 horas semanais ao trabalho doméstico. Concomitantemente, começam a se fazer sentir as consequências do congelamento dos investimentos públicos em políticas sociais, cujos cortes em educação e assistência retiram do Estado a responsabilidade sobre a seguridade social, atribuindo diretamente a nós estas tarefas.

E, agora, a dupla Guedes e Bolsonaro busca impor nova derrota sobre a classe que vive do trabalho, com a Contrarreforma da Previdência cujos impactos mais duros recairão sobre nós, mulheres. Este governo desconsidera as persistentes formas de desigualdades de gênero no trabalho. As mulheres são mais dependentes da pensão por morte (83,7%, contra apenas 16,3% dos homens); nosso envolvimento nas chamadas atividades produtivas ainda é menor que a dos homens; estamos em ocupações menos valorizadas e a remuneração média dos homens segue sendo maior que a nossa. Uma das decorrências das desigualdades que atravessa as trajetórias de homens e mulheres é que nós, mulheres, nos aposentamos principalmente por idade (62,8%), enquanto os homens se aposentam principalmente por tempo de contribuição (69,1%). Entre os dependentes dos benefícios assistenciais a/ao idosa/o, as mulheres também são maioria: 59,1% para as mulheres e 40,9%, para os homens. As categorias profissionais predominantemente femininas como domésticas e professoras serão duramente atingidas, bem como as trabalhadoras rurais. Por tudo isso, a reforma representa um projeto misógino, um atraso e um ataque às mulheres, especialmente aquelas que são chefas ou arrimo de família.

Também constatamos que não há nenhum projeto voltado para a política habitacional. A primeira medida de Bolsonaro foi desmantelar o ministério das Cidades, mas colocou este ministério na mesa de negociação em troca de apoio para aprovar a reforma da previdência. Por meio do Decreto 9759, anunciou a extinção do Concidades, Conselho Nacional das Cidades. Enquanto o governo desmonta o Programa Minha Casa Minha Vida, famílias são destruídas em grandes tragédias como as que aconteceram recentemente em São Paulo e Rio de Janeiro.

Em 2017, a América Latina concentrou 2/3 dos assassinatos de defensores de direitos humanos e ambientais, sendo a Colômbia e o Brasil responsáveis por 73,5% dos registros. Não nos esqueçamos de Bertha Cárcel, Macarena Valdez e de uma dor que não se cala em nós, MARIELLE FRANCO. A América Latina é o continente mais letal para as mulheres, tendo 14 dos 25 países com as mais altas taxas de feminicídio.

O Brasil ocupa o 5º lugar em feminicídios e 1º em assassinato de pessoas trans. É nesta realidade que Bolsonaro facilita a posse de armas e o aumento da compra de munição. Isto em meio ao desmonte das políticas públicas para mulheres em situação de violência doméstica, com baixíssima implantação da Lei Maria da Penha. O recrudescimento das políticas para a diversidade confirma o fato: pessoas trans morrem principalmente e na sua maioria, por serem mulheres não normativas, mais sujeitas às violências simbólicas e interpessoais institucionalizadas e reproduzidas graças à construção sócio histórica, por meio de instituições como a família e a religião, que tem no governo Bolsonaro grande respaldo político e social.

Ampliam-se as políticas de controle sobre o corpo das mulheres, com a retomada da PEC 29/2015, de autoria do ex-senador fundamentalista Magno Malta (PR-ES) que tem como objetivo a morte das mulheres, pois propõe alterar a 5º artigo da Constituição passando a garantir a “inviolabilidade da vida desde a concepção”. E, se aprovada, pode proibir métodos contraceptivos (pílula do dia seguinte e DIU), como também a garantia das formas já previstas em lei, de aborto legal (casos de estupro, anencefalia e risco à vida da mulher).

Vivemos o recrudescimento do conservadorismo com ataques as conquistas dos movimentos feministas, com o movimento Escola Sem Partido e a bancada evangélica que criminaliza e demoniza os debates de gênero e sexualidade, além de investirem na destruição da Lei Maria da Penha e na descaracterização da lei do Feminicídio.

É nesta conjuntura que nós, mulheres, nos apresentamos como sujeito social de maior capacidade de ação. Desde 2015, quando a chamada de Ni Una A Menos percorreu toda a América Latina, tem-se visto em todo o mundo, mobilizações feministas cada vez maiores. Em 2016, milhares de mulheres na Polônia se uniram para manter o direito ao aborto e todas nos unimos em vigília pelas 34 meninas mortas no abrigo da Guatemala. Em janeiro de 2017 milhões de mulheres tomaram as ruas nos EUA contra Trump e em março de 2017 teve início o processo da Greve Internacional de Mulheres.

Desde 2017 atuamos articuladamente e a cada ano, amplia-se o número de países que conta com a participação de milhões de mulheres nas manifestações: Argentina, EUA, Espanha e, recentemente, Chile. Este novo momento do feminismo internacional tem ensejado novas formas de manifestação como a Muralha de Mulheres na Índia e o resgate da Memória das Rainhas pelas sudanesas. Em 2018 a Maré Verde voltou a nos unificar na América Latina e angariar solidariedade internacional.

 

                            MOVIMENTO DE MULHERES

Apesar da conjuntura de ataques misóginos, lgbttfóbicos e racistas, o movimento feminista e de mulheres não recuou, e vem resistindo ao patriarcado e ao machismo até ser reconhecido como agente da história, o que resultou em um dos maiores eventos de massa do país ao gritarem #EleNão.

Compreendemos que a luta contra o genocídio da juventude negra e contra a violência do Estado nas periferias são pautas feministas, pautas do feminismo negro, pautas abolicionistas! As mulheres do Movimento Popular são consideradas pelo Governo Bolsonaro como inimigas por representar a resistência na luta por moradia, na luta pela diversidade cultural, na luta antirracista e contra o encarceramento do povo negro.

Com a reestruturação dos ministérios ficou nítido que atacar os direitos sexuais e reprodutivos seria um dos pilares do governo Bolsonaro. Um exemplo disso foi a nomeação da fundamentalista Damares Alves, que defende a necessidade do combate a “ideologia de gênero”.

O Ministério da Saúde definiu que o termo “violência obstétrica” é uma expressão imprópria e inadequada, porque “não agrega valor e prejudica a busca por um parto humanizado”. Porém somos o campeão em cesárias desnecessárias no mundo, uma epidemia e uma das principais causas de violência obstétrica, interferindo de forma negativa, no processo de gestação, parto/pós-parto e abortamento. De acordo com os dados da Fundação Perseu Abramo, uma em cada quatro mulheres sofre violência no parto, 90% das mortes de mulheres grávidas poderiam ser evitadas com um atendimento adequado e 60% dessas mulheres que vem a óbito são mulheres negras, resultado do racismo institucional existente na nossa sociedade.

Precisamos estar articuladas no parlamento e também no movimento sindical! Dentro da pauta do Movimento de Mulheres está a defesa da paridade de gênero nas Centrais Sindicais e nos Sindicatos/Seções Sindicais. Compreendemos que a paridade de gênero é parte da política de fomentação de lideranças feministas e garantia da participação das mulheres nos espaços de formulação da política dentro dos sindicatos e nos movimentos sociais. É importante destacar que as mulheres do PSOL foram fundamentais na defesa e na conquista da paridade de gênero durante o 3º Congresso da CSP Conlutas, garantindo a paridade na direção da Secretaria Executiva Nacional.

Nós da APS, em articulação com companheiras de diversas correntes do PSOL e independentes propusemos o debate/implementação da paridade de gênero nas direções nacionais do ANDES-SN, SINASEFE e Intersindical. A paridade é a expressão da presença das mulheres e de sua força nas entidades de base e classistas, o PSOL e sua militância devem reconhecer essa conquista como um instrumento de combate ao machismo e a misoginia nas organizações e entidades classistas, além de assumir a tarefa de estruturar políticas de inclusão de mulheres nos espaços de lideranças.

O movimento feminista no Brasil tem uma imensa riqueza de formas organizativas, pautas, métodos de atuação e diversificação de perfis. Estamos presentes em todas as frentes, ao longo do ano e em todo o calendário de lutas. Temos sido capazes de responder com agilidade frente às constantes ameaças vindas das estruturas de poder. Estamos em todas as cidades, da periferia ao centro, no campo, na floresta e nas ribeiras dos rios. A luta das mulheres do Xingu – das águas, das florestas e terra – não para, ao contrário, fortaleceram-se contra as heranças que Belo Monte deixou. Sofrem com a falta de políticas públicas que dê conta desses impactos, mas elas não se calam. A cada construção, luta e resistência, o poder de suas vozes ecoa, estão a cada dia intensificando a luta pela vida, o bem viver, a cidadania, o reconhecimento, a igualdade, garantindo suas próprias formas de existências e proporcionando a outras a oportunidade de ser e permanecer no território. As guerreiras Sem Teto da Bahia enfrentam cotidianamente o poder da especulação imobiliária, do tráfico e das milícias nas periferias das cidades baianas. As Mães de Maio exigindo justiça para seus filhos. As professoras, em cada lugarejo de nosso país, lidando com a precariedade das escolas e a perseguição por enfrentarem a violência de gênero e formarem novas gerações apropriadas de suas vidas.

Estamos presentes em todas as frentes, ao longo do ano e em todo o calendário de lutas. O 8 de Março (8M) já é esperado anualmente pelo conjunto dos/das lutadores/as do povo como disparador das grandes mobilizações sociais. Demonstramos nossa capacidade de atuar articuladas, em frentes e com unidade.

 

                            A SETORIAL E SEUS DESAFIOS

A dívida histórica que existe de forma geral na esquerda brasileira, com indígenas, negros/as, LGBTTQI e mulheres, é imensa, por isso necessitamos com urgência de um projeto intencional não somente de defesa dos direitos das mulheres, mas que contribua com a emancipação das mulheres e com a construção de um partido realmente feminista.

É inegável o protagonismo das mulheres do PSOL na luta pelos direitos reprodutivos, na luta pela vida das mulheres e na defesa da democracia. É inegável também a nossa vitória com a eleição de mulheres negras, feministas, trans e lésbicas ao parlamento brasileiro. Por isso, é fundamental reafirmar a experiência da Setorial de Mulheres do PSOL, exemplar no sentido da experimentação de um método democrático e horizontal, que não se guia pelas disputas típicas das estruturas partidárias constantemente atravessadas pelo machismo e suas estruturas rígidas e hierárquicas.

Olhar os 15 de anos de existência da Setorial é fazer também um balanço do processo de intervenção que sofremos a partir da executiva nacional do partido em 2015. Um duro ataque à auto-organização das mulheres, desconsiderando e enfraquecendo o nosso acúmulo político, além de representar uma ação autoritária e de reprodução da violência vivenciada cotidianamente pelas mulheres, quando são obrigadas a acatar as imposições definidas pelos homens. Não podemos esquecer que esse encontro está inserido num processo de repactuação coletiva para que possamos voltar a intervir na conjuntura e no partido de forma unitária e coletiva.

O PSOL em muitos Estados, ainda reproduz práticas altamente burocratizadas que se expressam na falta de transparência nos processos decisórios e de utilização das verbas definidas de forma nem sempre coletiva, interferindo diretamente no funcionamento e organização dos setoriais, onde, em muitos casos, as Setoriais de Mulheres ficam submetidas a uma concepção machista e às vezes até misógina.

Nesse contexto, há, por exemplo, dificuldade de acesso à lista (com telefones) de filiados/as do partido, inacessibilidade aos recursos destinados à luta das mulheres, dificuldade de implementação da paridade nas direções e resistência por parte de diretores homens à criação de setoriais nos Estados, como recentemente ocorreu em Roraima.

Sabemos que as candidaturas feministas do PSOL são vozes de resistência constantes por meio do combate à desigualdade de gênero, sexismo, misoginia, racismo e lgbtfobia e na defesa de pautas como as dos direitos das mulheres negras, trans, lésbicas e de outras expressões do feminismo. Os avanços ocorridos no PSOL nos últimos anos são resultado da pressão organizada das mulheres feministas, que interferem na pauta nacional tanto no partido quanto nos demais instrumentos de luta da classe trabalhadora, como sindicatos, organizações populares e núcleo de mulheres.

É urgente a construção de um projeto feminista, democrático e popular para as mulheres numa práxis dialógica que se comprometa com a organização política das mulheres das classes populares que são destituídas de poder e excluídas das tomadas de decisões em vários contextos sociais. Este projeto deve mobilizar a luta coletiva, global e sistêmica contra o patriarcado e contra o capitalismo.

 

                            Propomos para a Setorial de Mulheres do PSOL:

a) Descentralização das deliberações a partir de práticas democráticas e dialógicas, com a participação de todos/as na tomada de decisões, assegurando condições concretas para fortalecer a luta das mulheres;

b) Criação de mecanismos internos de descentralização das verbas destinadas à luta das mulheres, facilitando o acesso aos recursos financeiros;

c) Criação de um programa nacional e continuo básico de formação política para as mulheres, discutido democraticamente com independentes e/ou correntes, financiado pelo partido e pela FLCM e implementado pela Setorial Nacional de Mulheres do PSOL;

d) Formação política para todos/as dirigentes a fim de desconstruir o perfil de masculinidade patriarcal e formação permanente sobre questões de gênero;

e) Incidência, enquanto Setorial de Mulheres, sobre a direção do Partido para que promova ações feministas em âmbito partidário, como encontros, seminários, reuniões de planejamento e avaliação de forma mais frequente e anualmente;

f) Disponibilização de recursos que extrapolem os 5% que estão indicados a partir do fundo partidário, para viabilização das ações voltadas às mulheres;

g) Desenvolvimento de ações políticas nacionais com regularidade, com o objetivo de produzir conhecimentos e troca de saberes que valorizem as diferentes identidades sociais e políticas e que contribuam com a ampliação da participação social das mulheres de classes populares na perspectiva de emancipação feminina.

 

Propomos para o processo eleitoral:

a) Elaboração de programas de TV com efetiva participação de Mulheres em que as negras, indígenas e trans não sejam apenas figurantes, assegurando em todas as mídias do partido a presença da temática feminista;

b) Investimento em lideranças femininas negras, indígenas e trans para que estas tenham de fato, iguais condições para concorrer aos pleitos eleitorais;

c) Apoio às candidaturas e aos mandatos parlamentares para garantir incorporação das demandas do movimento de mulheres e do movimento feminista na atuação política eleitoral;

d) Realização de Seminário Eleitoral de Mulheres em todos os Estados para construção de Programa de Governo, com vistas a orientar as disputas municipais de 2020, articulado entre os setoriais estadual e nacional e as direções estaduais do PSOL;

e) Garantir que as direções estaduais e municipais sejam responsáveis pela prestação de contas das candidaturas femininas, pois temos um alto número de companheiras com problemas jurídicos e contábeis com o TSE em decorrência do descaso com essas candidaturas;

 

                            Propostas de construção com o Movimento Feminista:

a) Cumprir o papel de estimular e articular a retomada dos Encontros Nacionais Feministas com outra dimensão e amplitude de representações e presença de mulheres;

b) Atuar, unificadas com as organizações do movimento feminista, para a realização do Festival Pela Vida das Mulheres em todo o país;

c) Participar enquanto Mulheres do PSOL da construção da Cumbre de Los Pueblos;

d) Articular com os mandatos do PSOL, organizações e movimentos de mulheres e feministas o enfrentamento à violência obstétrica a exemplo de campanhas e audiências públicas;

e) Contribuir com as frentes de luta contra os ataques misóginos da direita, visando seu fortalecimento através de nossa presença militante, impulsionando sua continuidade, tendo como principais bandeiras nesta conjuntura:

1 – Não à Contrarreforma da Previdência;

2 – Revogação da EC 95;

3 – Derrota do Pacote “Anticrimes” de Moro;

4 – Cumprimento da previsão Constitucional de verbas para saúde e educação – contra o desmonte do SUS e o sucateamento do ensino;

5 – Aborto Legal, Seguro e Gratuito – Não ao Estatuto do Nascituro e à PEC 29/2015; pela aprovação da ADPF 442;

6 – Não à Escola Sem Partido, por uma escola sem mordaça, com autonomia pedagógica;

7 – Implantação plena da Lei Maria da Penha, com estruturação da rede de atenção, apoio e proteção;

8 – Pelo direito essencial de acesso e dinamização dos bens culturais, nós, mulheres de todas as etnias, artistas, arte-educadoras, propomos a descentralização e emancipação do setor cultural e reivindicamos a participação direta e dialógica das artistas e sociedade civil na tomada de decisões.

Assinam esta tese:

AMAPÁ

  1. Cristiane do Socorro Monteiro Barbosa, professora e sindicalista, PSOL Amapá.

 

AMAZONAS

 

  1. Ana Jéssica Martins de Medeiros – estudante.
  2. Ananda Gandra Aguiar – servidora publica.
  3. Ediane Pinto da Silva – Trabalhadora Doméstica.
  4. Érica Maira Medeiros do Nascimento – fonoaudióloga.

 

BAHIA

 

  1. Adeilda dos Santos Souza – PSOL Candeias e Movimento Docente
  2. Adrielle Souza de Jesus – PSOL Salvador.
  3. Ajuremar Bentes de Oliveira – Guerreiras Sem Teto/MSTB.
  4. Alessandra Santos Almeida – PSOL Salvador e Presidenta do Conselho Regional de Psicologia / BA
  5. Aline Bastos dos Santos – PSOL Barra do Mendes
  6. Ana Cleide Batista Santos – PSOL Cardeal da Silva.
  7. Ana Lucia Silva – PSOL de Lauro de Freitas e Quilombola de Quingoma.
  8. Ana Vaneska Almeida – PSOL de Salvador, Movimento de Cultura e Popular;
  9. Ângela Santos – PSOL Poções
  10. Antonilza dos Santos – PSOL Lauro de Freitas
  11. Bárbara Maria Martins da Silva – MSTB e PSOL Salvador.
  12. Biana Nunes de Sousa – Núcleo de Mulheres do PSOL de Feira de Santana, estudante de História UEFS.
  13. Caroline de Araújo Lima – ANDES, 8M, PSOL Porto Seguro.
  14. Caroline Santos Lima – Estudante UNEB XVIII, PSOL Eunápolis.
  15. Cecilia Dasdores de Souza Silva, Marcha do Empoderamento Crespo, PSOL Salvador.
  16. Cíntia Lima – Estudante UNEB I Salvador, PSOL Eunápolis.
  17. Claudia Mendes Pita – PSOL Salvador
  18. Claudia Sena Teles da Silva – PSOL Salvador.
  19. Crislane Conceição de Souza, Guerreiras Sem Teto/MSTB, estudante UFBA;
  20. Cristiane da Purificação – PSOL Salvador
  21. Daniela Magalhães Correia – estudante, PSOL Camaçari.

 

  1. Danielle Ferreira Santos– PSOL Feira de Santana
  2. Deise do Nascimento David – PSOL Salvador
  3. Denise Márcia de Andrade Carneiro, SINDJUFE, PSOL Salvador.
  4. Denise Silva de Souza – PSOL Salvador e Movimento de Educação
  5. Dilma Silva de Souza; Núcleo de Itacaranha; PSOL Salvador.
  6. Doralice Cardoso da Silva – Núcleo da Resistência PSOL Ilhéus.
  7. Ediane Lopes de Santana – UNEB, Movimento Sindical e Feminista.
  8. Ednelsa Alencar dos Santos Santana – NÓS, PSOL Salvador.
  9. Eladyr Boaventura Raykil – militante da Educação, Professora do IFBA, PSOL Porto Seguro.
  10. Elane Andrade Correia Lima – Movimento de Cultura e Educação.
  11. Eli Moreira de Assis – PSOL Salvador.
  12. Eliana da Silva Santos – PSOL Salvador
  13. Eliana Moreira de Assis – PSOL Salvador.
  14. Eliete Pereira dos Santos – PSOL Salvador.
  15. Elivanete da Silva Macedo – PSOL Salvador e Coletivo Educar na Luta
  16. Elizabete Alencar dos Santos – NÓS, PSOL Salvador.
  17. Ellen Oliveira – Poetisa Marginal, Núcleo de Mulheres do PSOL Feira de Santana.
  18. Eva Brasil Rocha – PSOL Belmonte – Estudante UNEB
  19. Fabiola Sena Teles da Silva – PSOL Salvador.
  20. Fabrícia Vieira – PSOL Barreiras
  21. Geane dos Santos Teixeira – PSOL Camaçari
  22. Gilmara Lima – PSOL Salvador.
  23. Girlane Dornelas da Silva – PSOL Camaçari
  24. Gislane Brandão, militante ambientalista e defensora da proteção animal, PSOL Salvador.
  25. Gissilene Cordeiro dos Reis – PSOL Santo Amaro
  26. Haiara Ramos Barreto – PSOL Salvador.
  27. Heve Estrela Ramos – dirigente do SINJUFE, PSOL Salvador.
  28. Iacy Maia Mata – PSOL Salvador, Movimento Negro e Docente.
  29. Isolda Bomfim Magalhães Gumes – Núcleo de Mulheres PSOL Feira de Santana
  30. Istela Cerqueira Lima – PSOL Irará
  31. Italuzia Pacheco de Andrade – PSOL Irará
  32. Jacimar Rocha de Oliveira – PSOL Salvador
  33. Jamile Santos Gomes Carvalho – PSOL Dias D’Ávila
  34. Jamile Silveira – ADUNEB, Professora da UNEB, PSOL Feira de Santana.
  35. Jennifer Lingerfelt Carneiro – PSOL Salvador
  36. Joelma Gomes Ferreira – PSOL Santo Amaro
  37. Joselita Ferreira Nunes – Guerreiras Sem Teto/MSTB.
  38. Josenilda dos Santos Nascimento – PSOL Irará
  39. Josenilda dos Santos Nascimento – PSOL Irará
  40. Josiele Barreto dos Santos – PSOL Salvador.
  41. Josiene Ribeiro Fernandes – estudante, profissional da educação, PSOL Salvador.
  42. Josilene Sena dos Santos – PSOL Salvador.
  43. Juliana Guimarães Rosa – 8M, PSOL Porto Seguro.
  44. Juliana Santos – Guerreira Sem Teto, Educadora Popular, PSOL Salvador.
  45. Juscelia Moreira de Jesus – PSOL Irará
  46. Jussana Barros Coelho; PSOL Salvador; Movimento Servidores da UFBA;
  47. Karla Verana Rabelo Duarte – Estudante da UNEB, PSOL Salvador.
  48. 68. Kátia Rocha Almeida – PSOL de Poções.
  49. 69. Liliane Ferreira dos Santos – PSOL Salvador.
  50. Livia Lingerfelt – PSOL Salvador
  51. Lucia Helena de Almeida – PSOL Salvador e Diretora do Sindados/BA
  52. Luciana Cristina Teixeira de Souza; PPGNEIM/UFBA; docente Uneb; PSOL Salvador.
  53. Luma Pereira – PSOL Porto Seguro
  54. Maeve Mascarenhas de Cerqueira – PSOL Feira de Santana e Professora de Filosofia UNEB.
  55. Manuela Santana Nascimento – PSOL Salvador
  56. Marcela Prest – Doula, Setorial Nacional de Mulheres PSOL, e Núcleo de Mulheres PSOL de Feira de Santana.
  57. Marcia Regina Ferreira dos Santos – MSTB, PSOL Salvador.
  58. Maria Celeste Ramos da Silva – Educação Especial, PSOL Salvador.
  59. Maria Conceição Moreira Sena – PSOL Salvador.
  60. Maria da Conceição Santos Almeida; PSOL Salvador;
  61. Maria Doralice de Jesus – PSOL Irará
  62. Maria dos Santos de Jesus – MSTB, PSOL Salvador.
  63. Maria Esperança Santana França Cancela – PSOL Porto Seguro
  64. Maria Isabel Lemos Chaves – PSOL Salvador.
  65. Maria Patrícia Figueiredo – PSOL Salvador
  66. Mariana Cancela, Médica, PSOL Porto Seguro.
  67. Meire Lúcia Alves dos Reis – Executiva Municipal PSOL Salvador, Setorial Nacional de Mulheres PSOL, Movimento de Mulheres Negras;
  68. Miralva Alves Nascimento – Coordenação Estadual do Movimento Sem Teto da Bahia – MSTB; Movimento de Mães contra o Terrorismo do Estado, PSOL Salvador;
  69. Monique Maria Silva da Cruz Borges – PSOL Santo Amaro
  70. Nadjane Cristina Silva dos Santos – Coletivo Incomode, MSTB, PSOL Salvador
  71. Natalice Barbosa da Silva Cavalcante – Trabalhadora Informal, PSOL Feira de Santana.
  72. Natalie Coelho Lessa Porto – PSOL Salvador
  73. Nathália Lãoturco de Cravalho – Salvador – Educação.
  74. Paola Dalva Maria José Mendonça Pinto dos Santos/ Paola Dalva Kaká
  75. Paula Vielmo – PSOL Barreiras, Direção Estadual PSOL e Núcleo das Guerreiras do Batom Vermelho PSOL
  76. Rafaela Dayane Cardoso de Souza, PSOL Salvador, e movimento de Juventude.
  77. Rafaela Gonçalves Sousa – Núcleo de Mulheres do PSOL Feira de Santana.
  78. Raíssa Caldas – Núcleo de Mulheres do PSOL Feira de Santana
  79. Raquel Alves – PSOL Salvador e Coordenadora Pedagógica da Rede Municipal de Ensino de Salvador.
  80. Rita de Cassia Ferreira dos Santos, Coordenadora Estadual do MSTB, PSOL Salvador.
  81. Roseane Ferreira dos Santos – PSOL Salvador.
  82. Roseleide Cerqueira – Coletivo Aquenda de Diversidade Sexual, PSOL São Félix.
  83. Rubenilde Torres da Silva – PSOL Porto Seguro
  84. Rute Cristo Barbosa – PSOL Salvador e Professora da Rede Municipal de Ensino de Salvador.
  85. Saionara Santana de Jesus – Enfermeira, servidora pública e Núcleo de Mulheres do PSOL de Feira de Santana
  86. Sandra Souza Santos – PSOL Salvador.
  87. Selma Barros Coelho; PSOL Salvador; Movimento do Judiciário Federal
  88. Selma Souza Santos – PSOL Salvador.
  89. Sônia Alves dos Reis – PSOL Salvador e do Movimento Popular
  90. Suilane Gonçalves dos Santos – PSOL Salvador
  91. Tatiane Araújo – Núcleo de Mulheres do PSOL de Feira de Santana, estudante de Economia UEFS.
  92. Tatiane Sacramento Pinheiro – PSOL Salvador
  93. Valdelice Ramos da Silva – PSOL Irará
  94. Vanessa Cristina Matos – Direção Municipal PSOL Salvador e Coletivo Educar na Luta
  95. Vera Lúcia Souza Bareto – PSOL Salvador.
  96. Viviane de Jesus Oliveira Trastevere – PSOL Camaçari
  97. Zilmar Alverita da Silva, educadora popular, movimento feminista, PSOL Salvador.

 

ESPÍRITO SANTO

 

  1. Adriana Lopes – Psol de Conceição da Barra
  2. Adriana Maria Gonçalves – Psol Colatina e SISPMC
  3. Alba Aguiar – Psol de Vitória, Advogada
  4. Alda Albano – Psol de Vitória
  5. Alexsa Stephani de Oliveira dos Santos – Psol de Conceição da Barra
  6. Ana Rosa Kuster – Magistério e Psol de Santa Maria do Jetibá
  7. Andrezza Zangrandi – Psol Vitória, defensora dos animais
  8. Brice Bragato – DN Psol e Executiva Estadual do Psol/ES
  9. Bruna da Silva Amorim Bragato – Psol de Venda Nova do Imigrante, estudante do IFES.
  10. Cláudia Garcia de Carvalho – Psol Vitória e Diretora do Sindibancários
  11. Denise Bertoldo – Psol Vila Velha, professora.
  12. Elenice Pereira da Silva Lima – Psol de Vitória, protetora dos animais
  13. Eliane de Fatima Inacio – Serv. Pub. Munic. de Colatina e Negritude
  14. Eliene da Conceição – Psol de Colatina.
  15. Eliete Brito da Silva – Magistério e Psol de Vitória
  16. Ester Lima Santos – UFES.
  17. Evelyn Flores Tavares – Psol de Vitória e diretora do Sindibancários.
  18. Irenilda da Penha Pereira da Silva – Sind. Serv. Pub. Munic. de Colatina e Negritude
  19. Irineia de Almeida Brandão – PSOL Vitória
  20. Irineia de Almeida Brandão – PSOL Vitória.
  21. Jaqueline Peixoto ;Duarte Costa – Psol da Serra
  22. Joelma dos Santos Lopes – Psol de Linhares/ES, Negritude
  23. Jordana da Silva Eleotério – Psol de Colatina
  24. Juliana Duarte Costa – Psol da Serra
  25. Jussara Bezerra de Menezes – Psol da Serra, Assistente Social
  26. Kamila da Silva Eleotério – Psol Colatina
  27. Katiane da silva Eleotério – Psol Colatina
  28. Kelly Herculano – Psol Linhares e Sindibancários
  29. Kelly Lucas Silva – Magistério, DE do Psol
  30. Lindalva Firme Guedes – Psol Vila Velha, Diretora do Sindibancários
  31. Liudimila Ketryn Proximozer – Magistério, Psol de Vila Velha
  32. Lúcia Helena Costa – Psol Colatina
  33. Lucineia Maria de Almeida – PSOL de Venda Nova do Imigrante, professora.
  34. Macyelly Scardua – Psol Vila Velha, professora.
  35. Marcela Brandão – Psol Vitória
  36. Margareth Marchese – Professora universitária e Psol Vitória
  37. Maria Aparecida Aguiar – Psol de Conceição da Barra
  38. Maria Auxiliadora Nascimento Gabriel – Psol de Vitória
  39. Maria Bernadeth Vieira Martins – Psol de Vitória
  40. Maria de Lourdes da Silva Eleotério – Psol Colatina
  41. Maria de Lourdes de Lima – PSOL de Venda Nova do Imigrante, professora.
  42. Maria de Lourdes de Lima – Venda Nova do Imigrante – professora.
  43. Maria do Carmo Oliveira Cossi – Sind. Serv. Pub. Munic. de Colatina e Psol Colatina
  44. Maria Geralda Araújo Adão Silva – Psol de Conceição da Barra
  45. Maria Pereira dos Santos – Psol Serra, servidora federal aposentada.
  46. Mayra Lopes do Rosário – Psol de Conceição da Barra
  47. Michelini dos Santos Sobrinho – Sind. Serv. Pub. Munic. de Colatina e Negritude
  48. Mônica Cristina Pais da Silva Garcia – Psol Vila Velha, diretora do Sindibancários
  49. Mônica Lopres do Rosário – Psol de Conceição da Barra
  50. Penha Pagio Lucas – Psol Cariacica
  51. Regina Célia dos santos Barreiros – Psol de Conceição da Barra
  52. Rita de Cássia Santos Lima – Direção Nacional da Intersindical e Sindibancários/ES
  53. Rosalba Lima Coutinho – Magistério e Executiva do Psol ES
  54. Sandra Aparecida de Almeida – Psol de Venda Nova do Imigrante, assistente social.
  55. Sandra Mara Nunes – Psol de Linhares.
  56. Sandra Marilza Cruzzio – Sind. Serv. Pub. Munic. de Colatina e Negritude
  57. Sara Líbina Cruzzio Nascimento – Juventude Pajeú, Centro Acadêmico de Enfermagem UFES
  58. Thayara Sobrinho Ramos – Psol Colatina
  59. Ucerly Cardoso Ferreira – Psol de Colatina
  60. Wanessa Santos Santana – Psol Linhares

 

MARANHÃO

 

  1. Adriana Maria dos Santos Pereira – Professora, PSOL.
  2. Aline Maria dos Santos Pereira– PSOL São Luis – MA
  3. Nathália Grazielle dos Santos Silva – Professora, PSOL
  4. Nilra Melônio Costa – Professora, PSOL.
  5. Susani Damascena Nascimento – Professora, PSOL.
  6. Vicemir Teixeira Mota Fontonelle – Servidora Pública, PSOL.

 

MATO GROSSO DO SUL

 

  1. Rosa Maria da Silva – Pedagoga que atua no Ensino fundamental; Corumbá-MS

 

PARÁ

 

  1. Amanda Kassia Brito Ramos – movimento de Mulheres; Diretório Municipal Psol Altamira
  2. Andrea Salustiano – Sindical/Educação – PSOL Ananindeua
  3. Andrelina Nonato – Popular – PSOL Belém
  4. Andressa Nazaré – Sindical/Educação – PSOL Cametá
  5. Aparecida Cirlene Cabral – Sindical/Educação; Diretório Municipal PSOL Jacundá
  6. Artonielda Rodrigues Matos – Sindical/Educação – PSOL jacundá
  7. Bruna Cavalcante – movimento de Mulheres – PSOL Belém
  8. Conceição Holanda – Sindical/Educação – PSOL Belém
  9. Cristiane Cunha da Silva – Sindical/Educação – PSOL Castanhal
  10. Cristina Ribeiro – Mov. Indígena – PSOL Belém
  11. Débora Benedita – Sindical/Educação – PSOL Cametá
  12. Delicia Viera Maciel – Sindical/Educação Diretório Municipal PSOL Jacundá
  13. Edilena Pena – Sindical/Educação – PSOL Belém
  14. Edivânia Alves – Sindical/Educação – PSOL Ananindeua
  15. Elaine Pacheco Ferreira – movimento de Mulheres – PSOL Castanhal
  16. Elisabeth Gonçalves Lopes Mendonça – Sindical/Educação – PSOL Ananindeua
  17. Fátima de Souza Moreira – Sindical/Educação – PSOL Belém
  18. Fernanda Cardoso – Sindical/Educação – PSOL São Caetano de Odivelas
  19. Francilene Rocha Lima – Sindical/Educação; Diretório Municipal PSOL Jacundá
  20. Franciolga Pereira – Sindical/Educação – PSOL Cametá
  21. Geisiane Dias – Setorial LGBT – PSOL Belém
  22. Helena Castro – Sindical/Saúde – PSOL Belém.
  23. Hellem de Cássia Silva e Silva – Sindical/Educação – PSOL Castanhal
  24. Ivanildes Soares Silva – Sindical/Educação ; Diretório Municipal PSOL Jacundá
  25. Janaina Rodrigues de Miranda – Movimento Popular – PSOL Belém
  26. Joselene Mota – Sindical/Educação – PSOL Belém
  27. Joyce Botelho – Sindical/Educação – PSOL Cametá
  28. Joyce Helena Lima – Popular – PSOL Belém
  29. Luciana Noleto Borges – Sindical/Educação; Diretório Municipal PSOL Jacundá
  30. Luciane Cunha da Silva – Sindical/Educação – PSOL Castanhal
  31. Lucilene Pereira de Oliveira – Sindical/Educação – PSOL jacundá
  32. Lucineide dos Santos Oliveira – Sindical/Educação – PSOL Castanhal
  33. Lucirene Meira – Sindical/Educação – PSOL jacundá
  34. Maiza Maiara Soares – Sindical/Saúde – PSOL Belém
  35. Manuela Carvalho Rodrigues – Sindical/Educação – PSOL Ananindeua
  36. Mara Andreza – PSOL Belém
  37. Marciane Francisca da Silva – movimento de Mulheres – PSOL Altamira
  38. Maria Amélia oliveira Silva – Sindical/Educação – PSOL Irituia
  39. Maria Cirlei Cabral – Sindical/Educação ; Diretório Municipal PSOL Jacundá
  40. Maria da Conceição do Nascimento Lemos Araujo – Sindical/Educação – PSOL Castanhal
  41. Maria de Nazaré Ferreira Soares – Sindical/Saúde; Diretório Municipal Psol/Belém
  42. Maria de Nazaré Souza Cavalcante – movimento Popular – PSOL Castanhal
  43. Maria Dina Pereira de Sousa Carvalho – Sindical/Educação – PSOL Redenção
  44. Maria Dulcicléia Pantoja Lima – Sindical/Educação – PSOL Acará
  45. Maria Ivaneide Batista Oliveira – Sindical/Educação – PSOL Castanhal
  46. Maria Ivanilda da Conceição Batista – Sindical/Educação – PSOL Castanhal
  47. Maria Jonnhyellen de Jesus Oliveira – Sindical/Educação – PSOL Irituia
  48. Maria José Barbosa – Sindical/Educação – PSOL Belém
  49. Maria Luciete (Lucinha) – Popular – PSOL Ananindeua
  50. Maria Lucivânia de Sousa Almeida – Sindical/Educação – PSOL Redenção
  51. Mariana Padilha – Sindical/Educação – PSOL Belém
  52. Marilene Feijão – Sindical – PSOL Ananindeua
  53. Marilete Deusarita Araújo Carvalho – Saúde – PSOL Ananindeua
  54. Mariza Soares – Pajeú/Estudante Pedagogia – PSOL Belém
  55. Milene Ewerton – Sindical – PSOL Belém
  56. Milkelandia Gomes – movimento de Mulheres – PSOL Altamira
  57. Mônica Brito Soares – Sindical/Educação; Diretório Municipal PSOL Altamira
  58. Nazaré Filho Ramos Sales – movimento de Mulheres – PSOL Altamira
  59. Pollyana Cristina Cavalcante Gonçalves – Sindical/Educação – PSOL jacundá
  60. Rosa Olívia da Costa Barradas – Sindical/Educação – PSOL Belém
  61. Rosângela Cecim – Mov. Anti-maniconial – PSOL Belém
  62. Rosangela Oliveira – Popular – PSOL Ananindeua
  63. Rosiane Vieira – Sindical – PSOL Belém
  64. Sandra Azevedo – Sindical/Educação – PSOL Belém
  65. Sara Portal – Sindical/Comunicação/ PSOL Belém
  66. Seani Trindade – Sindical – PSOL Belém
  67. Seli Gomes dos Santos – Sindical/Educação; Diretório Municipal PSOL Jacundá
  68. Shayane Deus – Popular – PSOL Belém
  69. Silvana Gomes de Jesus – Sindical/Educação – PSOL jacundá
  70. Sioni Trindade – Popular – PSOL Belém
  71. Sirlei Rodrigues de Carvalho – Sindical/Educação – PSOL Redenção
  72. Soani Trindade – Popular – PSOL Belém
  73. Suely do Socorro Silva da Costa – Sindical/Educação – PSOL Redenção
  74. Tamires Prestes Peixoto Vidinha – Movimento de Mulheres – PSOL Belém.
  75. Terezinha de Jesus – movimento de Mulheres – PSOL Altamira
  76. Valdenise da Paz e Silva – Sindical/Educação – PSOL Redenção
  77. Valdilene Rodrigues da Cunha – Sindical/Educação – PSOL Castanhal
  78. Valéria Braga Pina – Movimento Popular – PSOL Irituia.
  79. Zaira Valeska Dantas da Fonseca – Sindical/Educação – Executiva PSOL Belém

 

PARAÍBA

 

  1. Rita de Cássia Araújo dos Anjos – PSOL Santa Rita.

 

SÃO PAULO

 

  1. Aline Alves Joaquim – PSOL Indaiatuba.
  2. Cleonice Angeline – Psol São Joao da Boa Vista-SP
  3. Josy M.Ferreira Mathias – Psol- São Joao da Boa Vista – SP
  4. Luciana Aparecida da Silva. Psol São Paulo
  5. Patrícia Andreia Carreteiro – Professora, Militante pela Educação SINPEEM e APEOESP, feminista.
  6. Sandra Jesus Trajano dos Santos – Psol São Paulo.
  7. Sonia Maria Mesquita da Silva – Psol São Paulo
  8. Sonia Regina Cordeiro – Psol – São Joao da Boa Vista – SP
  9. Vânia Maria de Oliveira – PSOL São Paulo

 

RIO DE JANEIRO

 

  1. Daniela Franco Cerqueira – Professora da UFF Campos.
  2. Danieli Machado – militante Feminista, atua na área cultural.
  3. Eva Dionísio – militante da educação, Professora da Rede Estadual do Rio de Janeiro.
  4. Leci Carvalho – Executiva do PSOL Nova Iguaçu, militante da educação e Feminista.
  5. Magda Furtado – Direção Nacional do SINASEFE, Executiva Nacional da CSP Conlutas.
  6. Marinalva Rodrigues de Melo – militante da educação, direção PSOL Nova Iguaçu.
  7. Rebeca Eduarda Rosa dos Santos – movimento estudantil.

 

RIO GRANDE DO SUL

 

  1. Adriana Flores Arend – militante feminista, PSOL Viamão.
  2. Cristina Schwarz – militante do movimento feminista, PSOL Porto Alegre.
  3. Denise Beatriz Rosito Laitano – 8M, Frente pela Legalização do Aborto, Coletivo Feminista As Outras Amélias, PSOL Porto Alegre.
  4. Flavia Garcia Fernandes – professora, militante vegana, PSOL Novo Hamburgo.
  5. Katiucia Gonçalves – Coletivo Feminista As Outras Amélias, PSOL Porto Alegre.
  6. Magda de Souza Ávila – Movimento de Mulheres, PSOL Três Coroas.
  7. Victoria Flores Arend de Figueiredo – estudante, PSOL Viamão.
  8. Zadelene Zaro – 8M, Frente pela Legalização do Aborto, Coletivo Feminista As Outras Amélias, PSOL Porto Alegre.

 

RORAIMA

 

  1. Ângela Maria Cavalcante Souto – Militante da base da Educação Básica, Setorial de Mulheres do PSOL.
  2. Elvira Alzira Fonseca e Silva – Professora aposentada, militante da Setorial de Mulheres do PSOL.
  3. Erica Joyce Rodrigues Cavalcante – Militante da base da Educação Básica, Setorial de Mulheres do PSOL.
  4. Sandra Moraes da Silva Cardoso – Base da SESDUF/UFRR e militante do Setorial de Mulheres do PSOL.

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